Crônica de Viagem (IV)

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9 Comentários

  1. ana tereza disse:

    Leila, conte logo sobre Paris….rssss Estou curiosa!
    kkkkkk Muito bom saber da sua viagem!
    beijo!

  2. valter disse:

    Leila!

    O ilustre empresário francês usou seu charme e preferências, quando diante de mais “una mujer de latinoamérica”.

    Falou sutilmente mal da ex-mulher; claramente mal das espanholas; e malandramente bem de você, desconhecendo que, na escola em que se diplomou, brasileiro(a) é professor(a).

    Bon voyage!

  3. Vania Marques disse:

    Oi Leila.

    Sempre tenho um pé atrás ou vários, quando viajo pelos quatro cantos do mundo. Sei que existem ratos de hotel, de aeroportos, de avião, de táxi, de museus, sempre prontos a dar o bote, principalmente em mulheres que estão desacompanhadas.
    Eles entram com papinhos descompromissados, falando de ex-mulheres, de separações judiciais, disto ou daquilo e… de repente você está sem passaporte, jóias ou dinheiro.
    Nem olho para o lado e sequer abro espaço para perguntas, ou qualquer manifestação.
    Posso até estar perdendo oportunidades, mas o seguro morreu de velho.
    Abraços,
    Vânia

  4. Leila Brito disse:

    Queridos amigos…

    Desculpe a demora da resposta aos seus efervecentes comentários, cada um mais interessante que o outro. Vamos por ordem:
    Ana Tereza, como eu não liguei para o gentil cavalheiro, Paris ficou somente em Paris… rs

  5. Leila Brito disse:

    Valter…

    Só mesmo um homem latino-americano para sacar com a devida malícia as verdadeiras intenções do Mrs. Francês. rs

    Abraço…

  6. Leila Brito disse:

    Querida Vânia…

    Realmente, precisamos ter cuidado em viagens, e eu tive, esteja certa – sou desconfiada que só uma típica mineira. Mas nesse caso aí não vi perigo algum, pois estávamos dentro do avião, com toda segurança. Ele não me pareceu nada suspeito, apenas um paquerador experiente, como bem observou o Valter em seu comentário… rs
    Só não liguei para ele, porque estava namorando um espanhol e percebi suas “secretas” intenções comigo, que não era bem me roubar grana ou jóias, e sim otras cositas más… rsrs

    Abração…

  7. Ana Miranda disse:

    Leila, só os bons escritores são capazes de fazer viajar junto, seus leitores.

    Sensações, emoções, confusões, alegrias, cansaço tudo transmitido com tamanha realidade que, senti-me presente à cena.

  8. Maria Regina Ruiz disse:

    Oi Leila!
    Uma graça esse amante e guia turístico francês…
    Indo para Cannes… Talvez até um humilde cineasta…
    O que esses estrangeiros tem na cabeça sobre as mulheres brasileiras deve ser efeito do Carnaval e de Copacabana…
    Mas não ficou claro se as espanholas não gostam mesmo de limpeza ou se são obrigadas a economizar água devido a escassez. Não deve justificar um bule sujo, mas a necessidade as vezes faz o hábito. Minha mãe era filha de pai espanhol, ela até jogava água quente em tudo que usava na cozinha… Mundos estranhos…

  9. Leila, além de gostar de viajar, adoro crônicas de viagem, pois não só aprendemos com nossa própria experiência, como também agregamos informações de outros viajantes. Sua crônica está deliciosamente ótima! O francês já não é muito amigo da água, por isso, seria “o roto falando do esfarrapado”. Se for verdade o que ele disse sobre as espanholas, mais um conhecimento adquiri lendo sua crônica.
    Estive em Paris no mês de Outubro e me decepcionei um pouco com aquela cidade que tanto admiro. Aguardo novas crônicas.
    Abraços,
    Marise

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