Um conto de Kafka

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6 Comentários

  1. Leticia Pinheiro disse:

    Que extraordinário se pensarmos que na nossa sociedade é exatamente assim e tem sido assim. A maioria das leis não são para todos ou determinadas Leis são sim para alguns, depende da raça e condição social.

  2. valter disse:

    Oi Leila!

    Lá, como aqui; ontem, como hoje, “o processo”não falha; ” a humanidade é sempre a mesma enferma”.

    Um abraço!

  3. Beleza este teu blog. Obrigado pelo convite. Dê uma passada pelo meu também, ainda-quase inacabado.

    Parabéns.

  4. Leila Brito disse:

    Marques,

    É um prazer recebê-lo!

    Vou visitar seu blog e deixarei lá meu comentário.

    Volte sempre.

    Abraço,
    Leila

  5. Kafka criou novos modos de olhar e narrar, o dele —- inconfundível —-,que por ser novo e renovador, aberto às ocorrências que surgiam em estado de casulo, causou espanto e estranheza quando foi chamado de “realista”.
    abraços,
    Marilda

  6. José Leandro disse:

    Olá LEILA bom Domingo de Carnaval – em Portugal dizemos “entrudo”. Como prometido vim no seu blogue. Gostei sempre do Kafka, e daquela medonha actualidade do verdadeiro “centro da Europa” a Checoslováquia, – terra firme de todos os dadaísmos.
    Abç do JL

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