Nietzsche e a crítica ao cristianismo e ao socratismo (Ensaio II)

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4 Comentários

  1. Márcia Zaros disse:

    Então deixa eu ver o que entendi da estratégia do judeu Nietzsche: critica o cristianismo, que para eles o seu sinônimo é helenismo, mas admite que os judeus mataram Jesus como um ato de vingança aos helenistas(gregos), que para eles é o resto do mundo todo (os gentios). E ressalta que o ódio judaico foi algo engenhosamente arquitetado contra todos os que não são Israel, ou seja, que não são judeus, a saber os goins. Então com a disseminação da filosofia de Nietzsche, matando o deus helênico, os judeus conduzem as massas a procurarem seu refúgio nas satisfações materiais, que justamente serão os grandes consumidores dos produtos das grandes indústrias tanto de objetos quanto de entreterimento que, curiosamente, sempre esteve e está de posse de uma elite justamente judaica e sionista. Um golpe e tanto na civilização ocidental. Explorando a natureza humana de naturalmente de sentir a necessidade de um refúgio no absoluto, só trocaram de mãos o poder que antes era dos padres da hóstia, agora nas mãos dos sacerdotes do ouro. Devo rir ou chorar? Eu não acredito que com a morte de deus, ou seja, com a libertação da razão esclarecida todos os homens venham a correr justamente para a boca do lobo, e a se tornar na clientela consumista, até concordo que é o que acontece com a grande maioria, mas nem com todos. É possível se emancipar de deus e não se tornar um cliente fiel do capitalismo predatório judaico sionista da elite dominante. É possível não jogar nestes dois times, porque há uma outra alternativa. Deus está morto para mim, nem por isso me tornei uma consumista desenfreada, tão pouco necessito de um refúgio no absoluto. Minha auto-realização, que no comando da minha razão, me faz completamente contente em minha liberdade de ampliação da consciência e as novas e grandes descobertas todos os dias, que cada vez mais me coloca para longe do deus Jesus romano e do deus Yavé judaico, bem como das quinquilharias e dos bancos dos judes vingadores dos cristãos. Viva a autonomia. Viva a autocracia, que é muito além do bem e do mal .

  2. Leila Brito disse:

    Márcia,

    Me desculpe a observação, mas você não entendeu a crítica de Nietzsche. Ele é um FILÓSOFO, e você, preconceituosamente, o vê como um judeu-sionista.
    Ele critica a REALIDADE, para com sua crítica, desnudar a REALIDADE.
    A intenção dele é fazer uma ruptura sobre o que a Filosofia até então defendeu como sendo o melhor para o Homem, e desviou o homem da sua própria natureza, da sua própria essência feita de VONTADE e POTÊNCIA. E isso, na INTELIGÊNCIA BRILHANTE dele se refere A TODA A HUMANIDADE, e não a uma raça superior. ELE FOI SIMPLESMENTE PERFEITO NA SUA CRÍTICA AO CRISTIANISMO. E mostrou a face do homem que é HIPÓCRITA.
    Não o tome como um sionista, por favor… É um erro inadmissível! Um erro de quem não entende o que é FILOSOFIA, que desconhece a função da Filosofia e a missão de um Filósofo. NIETZSCHE ERA UM FILÓSOFO E UM LITERATO.
    Leia o livro Genealogia da Moral, e verá que ele coloca outra categoria de HUMANOS à parte do Senhor e do Escravo, que é a categoria dos ARTISTAS, que são aqueles que não dominam e não se deixam dominar.
    Há que se ver o texto de um Filósofo com um olhar FILOSÓFICO, e não, com um olhar político.
    Nietzsche só não é compreendido por quem não consegue se aprofundar na sua proposta filosófica como CRÍTICA DA REALIDADE HUMANA.
    Sugiro-lhe um aprofundamento de VISÃO, destituído de preconceito contra os judeus. Nem todo judeu é sionista (sionismo é uma corrente política), e Nietzsche jamais foi sionista. Ele (foi) e É um dos MAIORES PENSADORES da Humanidade.
    Abraço,
    Leila

  3. Eu não sou uma entendida de Filosofia, e muito menos de Nietzsche. Porém, com um pouco que sei consigo fazer uma analogia da sociedade moderna e toda sua hipocrisia com o que Nietzche tão primorozamente visualizou. É claro que quando ele fala do cristianismo, fala dentro do contexto de como ele é usado para manter a utópia das massas. Sabe, eu no meu pouco entendimento, cada vez que descubro Nietzsche, sinto que meus véus e minhas viseiras vão se dissipando.

  4. Débora Paula da Silva disse:

    Acho que a ideia de “desenvolvimento e evolução de uma humanidade superior” tão puritana quanto a ideia judaica de moralizar a natureza, apenas muda o lado do observador, Nietzsche se estabelece exatamente no lugar onde se encontra o alvo de sua crítica, revelando seu lado demasiado humano!

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